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Conquista dupla

Ex-alunos do Campus Glória são aprovados em mestrado na Universidade Federal de Sergipe

Criado: Terça, 12 de Dezembro de 2017, 17h06 | Publicado: Terça, 12 de Dezembro de 2017, 17h06 | Última atualização em Terça, 12 de Dezembro de 2017, 17h11

Os tecnólogos em Laticínios se formaram em 2016 e agora dão mais um passo importante na vida acadêmica

IMG 20171212 WA0009O tão aguardado resultado veio na última quinta-feira: Mara Joseli Sobral Santos e José Sérgio Porto foram aprovados no programa de mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Sergipe (UFS) 2018/1.  Os tecnólogos em laticínios, formados em 2016, darão início a mais uma etapa importante na vida acadêmica e essa conquista é mais uma prova do êxito do IFS-Campus Glória.

Ao entrar no laboratório do Campus, a egressa Mara sorri. “Lembra desse cheirinho, Sérgio? Deu saudade”, comenta com o mestrado3colega de graduação e agora também do mestrado. Ela conta que começou o curso sem grandes pretensões, mas que, aos poucos, o interesse foi crescendo. Para ela, um dos professores do curso, hoje doutor na área de laticínios, foi sua grande inspiração para seguir na vida acadêmica. Segundo Mara, a bagagem construída no IFS foi fator determinante para a sua aprovação.  Ela atuou no laboratório de uma indústria de laticínios local, na área de análise físico-química, mas, a partir do próximo semestre, se dedicará exclusivamente ao mestrado.

José Sérgio é filho de um produtor de leite da cidade de Aquidabã, no sertão sergipano, e ingressou no IFS em Aracaju, quando a instituição ainda era CEFET. De lá para cá, ele passou pelo curso de licenciatura em Química na UFS, mas, por de falta de identificação com o curso, acabou se desligando da instituição, retornando aos estudos no IFS no curso superior de Tecnologia em Laticínios.  José Sérgio conta que o curso despertou seu interesse por ter relação com sua origem e por já ter tido uma excelente experiência na instituição.  

Para Sérgio, o grande diferencial do Instituto é o corpo docente e o método empregado para transmitir isso ao aluno. “Apesar das dificuldades estruturais do prédio do Campus, os professores sempre buscavam formas de nos fazer experimentar na prática o conhecimento aprendido em sala. Tivemos várias aulas no laboratório de São Cristóvão, participamos de diversas viagens técnicas para Alagoas, Bahia e Maranhão”, conta o ex-aluno explicando que no início do curso ainda não havia laboratório no Campus Glória. No meio do curso, a unidade inaugurou seu primeiro laboratório.  “O diretor geral, na época, fez um concurso de queijos com as duas turmas de Laticínios para inaugurar. Eu fiz um queijo francês, e os colegas fizeram vários tipos de queijos temperados. Foi muito bom!”, relembra José Sérgio.

Mateus Furtado, professor de Química de Laticínios e Análise de Alimentos, assinala que, apesar de ser voltado para Tecnologia de Leite e Derivados, o curso superior de Tecnologia em Laticínios oferece grande conhecimento também em relação à área de Ciência e Tecnologia de Alimentos, o que faz com que os alunos tenham confiança para participar da seleção de mestrado. E finaliza comemorando o resultado: “As novas aprovações no mestrado são como presentes para nós mestrado2 2que fazemos parte do IFS”.

Mas, o ex-aluno Sérgio conta que ainda tem grandes sonhos a realizar. Um deles é abrir uma cooperativa em sua cidade natal, Aquidabã, para ajudar os pequenos produtores de leite a adequar a sua produção aos padrões exigidos pela legislação vigente, o que agregaria valor à produção local. Ele já faz esse trabalho hoje, porém de modo informal. O outro grande sonho ele conta com um sorriso estampado no rosto: Eu ainda quero retornar ao IFS, mas agora como professor!   

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