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Histórico

Escrito por Administrador | Criado: Segunda, 11 de Dezembro de 2017, 15h27 | Publicado: Segunda, 11 de Dezembro de 2017, 15h27 | Última atualização em Quinta, 06 de Mai de 2021, 12h52

HISTÓRICO DO MEMORIAL

O Memorial é um projeto que contou com diversas iniciativas ao longo dos anos, a partir de 2016, a pedido do Magnífico Reitor a Coordenadoria Geral de Protocolo e Arquivo (CGPA), houve uma nova proposta de implantação do Memorial do IFS, foi instituído a comissão para o desenvolvimentos do trabalhos. O então presidente da Comissão e assessor executivo, elaborou um projeto para implantação do memorial com o objetivo de criar o memorial para preservação da história da educação agrícola e tecnológica de Sergipe.  

O projeto estabeleceu duas vertentes de trabalho, a implantação do memorial digital e do memorial físico. O primeiro voltado para preservação do acervo digital de fotos e exposição em página web, com links para outros acervos de interesse, como o Museu da Gente Sergipana, fotos históricas do Brasil, fotos antigas de Sergipe. Enquanto a segunda vertente consistia na conservação de bens físicos para a preservação da história do IFS.

Algumas propostas elencadas no projeto foram sendo desenvolvidas e com o término da comissão de implantação, a Coordenadoria Geral de Protocolo e Arquivo (CGPA) assumiu a responsabilidade pela execução e continuação do projeto. Contratação de bolsista, entrevistas com servidores aposentados, disponibilização de fotos que foram cedidas pelo servidor aposentado Maurício Santos e o prof Amâncio Cardoso, que além das fotos nos deu acesso ao artigo de sua autoria “Da Escola de Aprendizes ao Instituto Federal de Sergipe: 1909 - 2009” escrito na ocasião da comemoração dos cem anos da escola técnica, texto base para o início das pesquisas, foram algumas das ações propostas inicialmente.

A partir dessas ações, o Memorial do IFS foi institucionalizado com a publicação da portaria nº 1.685, 15 de junho de 2018 subordinado à Coordenadoria Geral de Protocolo e Arquivo, vinculado à Coordenadoria dos Arquivos Histórico e Memorial, CHISM. Na vertente do memorial físico, estão sendo recolhidas peças nos campi e recepcionadas doações, as peças estão sendo catalogadas e descritas. Como o memorial não conta com um espaço físico destinado para a exposição das peças, elas estão sendo acondicionadas em uma reserva técnica.  

Na vertente do memorial digital, estão sendo realizadas pesquisas históricas de forma que as informações coletadas possam ser disponibilizadas no site institucional. O nosso objetivo é transformar o site em uma fonte de pesquisa no que tange a educação técnica e agrotécnica.

Vale ressaltar que estas informações, guardam um recorte temporal sobre o funcionamento, os recursos, a didática e as nuances de cada instituição. Mas do que fazer um relato elas trazem ao público a oportunidade de aprofundar o seu conhecimento sobre a própria história do Estado de Sergipe. A reconstrução da memória institucional requer paciência e colaboração de todos que fizeram parte dessas instituições.

Estamos disponibilizando neste site algumas entrevistas e fotografias, no entanto, não conseguimos identificar em grande parte do acervo lugares e pessoas, bem como, os fotógrafos responsáveis pelo registro dessas fotografias, assim, se você participou, identificou ou reconhece alguém em algum material, por favor, entre em contato conosco será um satisfação atendê-lo.

Ademais, estão sendo disponibilizados links com jornais da época, bem com uma linha do tempo da Escola de Aprendizes e Artífices e do Patronato São Maurício, coadunaram no IFS. Além disso, links para trabalhos que foram desenvolvidos por pesquisadores, referentes a essas escolas e o depoimento de pessoas que fizeram parte da história dessa instituição, tão nova enquanto Instituto Federal de Sergipe e tão histórica quanto a Escola de Aprendizes e Artífices e do Patronato São Maurício.

O Memorial do IFS têm como conceitos fundamentais:

Objetivo → Preservar a história da escola, dando continuidade a um projeto de preservação da memória que foi dado início com a formatação do memorial do IFS.

Missão → Preservar a história do IFS através de um projeto de preservação da memória para a valorização do patrimônio histórico da comunidade acadêmica.

Visão → Ser reconhecido pela valorização do patrimônio histórico do IFS.

 

HISTÓRICO DO IFS

A História do Instituto Federal de Sergipe (IFS) é o resultado do encontro de duas grandes instituições de ensino do Estado de Sergipe. Com caminhos distintos, porém voltados para educação e trabalho como uma alternativa para os desvalidos que tinham como objetivo a formação de mão de obra. A história da Escola de Aprendizes e Artífices e do Patronado São Maurício formariam anos mais tarde a estrutura do Instituto Federal de Sergipe.

A Escola de Aprendizes e Artífices fundada pelo Decreto nº 7.566, de 23 de setembro de 1909, mas que só começou a funcionar em Sergipe em 1911 devido a falta de apoio político estadual. Assim, como o Patronato Agrícola São Maurício, a escola tinha como objetivo habilitar os filhos dos desfavorecidos de fortuna e fazê-los adquirir hábitos de trabalho que os afastasse da ociosidade ignorante, do vicio e do crime, no entanto, a escola diferenciava do Patronato por não ter um caráter reformador.

A escola também era de ensino primário e tinha o objetivo de formar operários e contra-mestres, com até cinco oficinas de trabalho manual ou de mecânica que atendesse as necessidades do Estado o ensino primário era obrigatório para os alunos que não soubessem ler, escrever e contar. Devido a mudança na política nacional, na década de 1930 a Escola de Aprendizes e Artífices é transformada em Liceu Industrial de Aracaju em 1942 ela passa por outra transformação, de Liceu tornou-se Escola Industrial de Aracaju, em 1965 passa a ser Escola Técnica Federal de Sergipe, e em 2002 é transformada em Centro Federal de Educação Tecnológica de Sergipe.

O outro alicerce do IFS é o patronato São Maurício, ele nasceu de uma iniciativa do Governo do Estado pelo Decreto nº 890, de 14 de novembro de 1924 seguindo um modelo federal na criação de escolas agrícolas no país. Inicialmente, voltado aos menores desvalidos e com o objetivo de regenerar e preparar mão de obra para o trabalho agrícola. Em 1928 passa por uma reformulação com a criação de um novo regulamento, passo essencial para adequar ao modelo de uma escola primária e desvincular o caráter corretivo e regenerador, consequentemente fez com que os trabalhos desenvolvidos na escola, fossem direcionados para os ramos de produção e oficinas profissionais.

A escola passou por várias mudanças em sua nomenclatura, de 1924 a 1926 foi o Patronato Agrícola São Maurício, de 1926 a 1931 titulou-se Patronato de Menores Francisco de Sá e de 1931 a 1934 Patronato de Menores Cyro de Azevedo, além disso passou a ser chamada de Escola de Aprendizado Agrícola de Sergipe, e mais uma vez se transformou e passou a ser a Escola de Aprendizado Agrícola Benjamim Costant, Escola de Iniciação Agrícola Benjamim Costant e Escola Agrotécnica Federal de São Cristóvão.

Finalmente a lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008 institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, e cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. A partir desse momento, a Escola Agrotécnica Federal de São Cristóvão e o Centro Federal de Educação Tecnológica de Sergipe são transformada em uma única instituição, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe.  

Para conhecer mais sobre a História do Instituto Federal de Sergipe, na seção de publicações, estão disponibilizados links de alguns trabalhos que foram produzidos por pesquisadores e que são referenciais teóricos no desenvolvimento de pesquisas sobre a educação, sobretudo, técnica e agrotécnica.

Referências

BRASIL. Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008.

Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 30 dez. 2008.

BRASIL. Decreto nº 7.566, de 23 de setembro de 1909. Crêa nas capitaes dos Estados da Republica Escolas de Aprendizes Artifices, para o ensino profissional primario e gratuito.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Rio de Janeiro, RJ, 26 set. 1909.

NERY, MARCO ARLINDO AMORIM MELO. A Regeneração da infância pobresergipana no iníciodo século xx: o patronato agrícola de sergipe e suaspráticas educativas. 2006. 153f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2006.

SANTOS NETO, AMÂNCIO CARDOSO DOS. Da escola de aprendizes ao instituto federal de sergipe: 1909 - 2009. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica. Natal,v. 2, n. 2, 2009.

 

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Eletrotécnica
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Cursos técnicos integrados:
Edificações
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Bacharelado em Engenharia Civil

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Curso superior:
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Cursos técnicos integrados:

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Manutenção e Suporte em Informática

Curso superior:
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Cursos técnicos integrados:
Edificações
Eletromecânica
Rede de Computadores

Cursos superiores:
Bacharelado em Engenharia Elétrica
Bacharelado em Sistemas de Informação
Licenciatura em Física
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Própria

Cursos técnicos subsequentes:
Redes de computadores ,
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Cursos técnicos integrados:
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Agro industria
Agrimensura
Manutenção e suporte em Informática.

Curso Superior
Agro ecologia
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Cursos técnicos subsequentes:
Manutenção e Suporte em Informática.
Técnico em Informática na Internet.

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Informações sobre os campi

 

 

 

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